No livro "O Homem Mais Rico da Babilônia", ainda entre as páginas 23 e 35 já é possível absorver a tão sonhada virada quântica na vida de Arkade.
Para quem ainda não teve a oportunidade de ler o livro, esse foi o mentor dos personagens Kobby e Bansir, assim como de muitos cidadãos da Babilônia.
Os amigos Kobby e Bansir numa conversa acabam tendo o insight que os levariam a procurar a mentoria necessária para quebrar a pobreza de suas vidas. No texto de Classon, eles abraçam a idéia e o projeto de se por na caminhada rumo ao "acesso."
Deixar eu ser mais claro: O Acesso que os colocariam na posição de "mentorandos" de um velho amigo deles, atualmente conhecido, "nada mais e nada menos" que como o homem mais rico da Babilônia. (Creio já está claro que estou falando do velho Arkade).
No decorrer da leitura vemos que Arkade fez sim, jus a toda sua fama, pois ainda pobre, trabalhando na sala de registros da Babilônia, emprego que ofereceu mais que o salário de escriba, ofereceu o acesso que precisava à quem mais tarde viria a ser o seu mentor, Algamish, o banqueiro de sua época.
Em um determinado momento da história, Arkade teve a opção de escolher dinheiro ou mentoria como pagamento pelo seus três dias de trabalho. Advinhem o que escolheu? Escolheu a sabedoria de Algamish.
Arkade aproveitou muito bem a oportunidade, diferentemente de seus amigos privilegiados Kobby e Bansir, (privilegiados por já fazerem parte do círculo de conhecidos do homem mais rico da Babilônia).
Arkade estava no lugar certo, na hora certa, com o talento certo para atrair a atenção de Algamish. Além do mais, com o estado de espírito, ou a mentalidade totalmente alinhada com tudo isso, por isso pôde abraçar a oportunidade.
No livro "O Homem Mais Rico da Babilônia", ainda entre as páginas 23 e 35 já é possível absorver a tão sonhada virada quântica na vida de Arkade.
A mentoria mais importante da vida de Arkade não saiu gratuita.
O homem pagou com quase 3 dias de trabalho pela mentoria de Algamish, o emprestador de dinheiro. Quem está antenado nas redes sociais, hoje já percebe, que não é negócio comprar cursos, esquecendo-se das mentorias.
Ainda sobre mentorias: Sempre foi assim! Desde os primórdios, quem alcançou ou alcança a excelência em alguma atividade, teve ou tem seus mentores.
No livro, Kobby e Bansir estavam a um passo de ter o deles. O próprio Árcade
Classon, o autor, investe do seu livro, creio que filho único, (me corrijam se estiver enganado), dez páginas enaltecendo, primeiro, o choque de realidade dos velhos amigos Kobby e Bansir que mesmo trabalhando como um dos escravos do rei não conseguiam juntar ouro em suas algibeiras.
O autor destaca o planejamento, a decisão de virar as costas para suas zonas de conforto e a coragem que Kobby e Bansir tiveram de desafiar os obstáculos e entrar em ação.
Confirmando o que lemos do contemporâneo de Classon, Napoleon Hill, o desejo ardente por possuir riquezas levaram não somente o construtor de carruagens e seu amigo músico, Kobby e Bansir à darem o primeiro passo rumo à riqueza, como também um escriba, no caso o próprio Arkade à posição de o homem mais rico da Babilônia.
O texto sugere que pelo menos o Bansir, construtor de carruagem, já estava acostumado a viver sob uma grande carga de trabalho e pressão e que raramente parava para descansar. Já o Kobby, não conseguia avançar como músico pela escassez de investimentos.
O livro tem como tema principal as 5 Leis do Ouro e eu posso afirmar que o ouro desse capítulo está na sabedoria de Arkade e é compartilhada conosco através do momento em que ele atende o pedido do rei para ser mentor de cidadãos babilônicos.

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